

Landim disse que o livro surgiu de pedidos feitos pelos seus netos e inicialmente sua ideia era editar um livro com tiragem doméstica, visando atender estes apelos. Mas, ao submeter o manuscrito ao seu amigo e orientador espiritual Padre Elias, este o incentivou a divulgá-lo também a um público maior.
No livro, que Landim define como "histórias de vida", consta lembranças da infância alegre vivida no seu Brejo Santo até causos que se passaram quando o autor exerceu o cargo de juiz federal do Trabalho.
A renda da venda dos livros será destinada à Sociedade Lírica do Belmonte, a conhecida Orquestra do Padre Ágio, do qual Landim e sua esposa Dulcilene, são benfeitores.