sexta-feira, 12 de maio de 2017

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Dia 10 Sandra Macedo Pinto fez aniversário


Sandra Macedo Pinto





Hoje, Dia 10 de maio, Sandra Macedo Pinto (foto), faz o aniversário. Sandra é odontóloga e presidiu a Casa da Amizade de Crato no período 1990/1991.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Hoje, 8 de maio, é o aniversário Rosilda


Hoje, 8 de maio, é o aniversário Maria Rosilda Bezerra de Morais (foto), esposa do empresário e rotariano Fernando Leite de Lacerda.  foi Presidente da Casa da Amizade de Crato no período em que seu esposo Fernando presidiu o clube rotário 2011/2012.Parabéns para a aniversariante! Rosilda!

sábado, 6 de maio de 2017

Flashes Reunião Conselho Diretor e Plenária Comemorativa aos 200 anos da Revolução Pernambucana



A Presidente Zilnelle Barreto fez o seguinte comentário: "Mais uma valiosa plenária do Rotary Club de Crato, hoje, 04/05.Mais uma vez o nosso companheiro Huberto Cabral nos ministrou aula de História do Crato e Região: 200 anos da Revolução Pernambucana (maio de 1817/2017), liderada por Bárbara de Alencar Araripe e pelos filhos Tristão Gonçalves e José Martiniano de Alencar. Mais uma vez não temos como agradecer a esse ilustre rotariano!"



A participação de Crato na Revolução Pernambucana de 1817 tem sido o episódio histórico desta cidade mais exaltado, nos últimos 200 anos. Costuma-se dizer que a história é sempre escrita pelos vencedores. Os revolucionários republicanos de 1817 – derrotados pela contrarrevolução do monarquista cratense Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro – passaram a ser exaltados como heróis, após o golpe militar que impôs a forma de governo republicana no Brasil, em 15 de novembro de 1889. Os feitos desses republicanos de 1817, no Cariri cearense, são divulgados em proporções maiores que os reais, tanto nos meios de comunicação, como por parte de alguns historiadores. Do Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro pouco se fala. Quando se escreve sobre o efêmero movimento que foi a Revolução Pernambucana de 1817, em terras do Cariri cearense, omite-se a decisiva participação do Brigadeiro Leandro, ao debelar aquela revolta. Omite-se, também, a coragem pessoal e cívica de Leandro Bezerra Monteiro naquele episódio.
   Aliás, o historiador cratense J. de Figueiredo Filho, apesar de simpático às ideias republicanas foi veraz ao escrever: “Muito se tem discutido em torno da Revolução de 1817, na Vila Real do Crato. Foi movimento efêmero, que durou apenas oito dias. Ocorreu a 3 de maio de 1817, em consonância com a revolução que eclodiu em Pernambuco. Foi abafada, quase ingloriamente, a 11 do mesmo mês. É verdade que a vila bisonha de então não estava suficientemente preparada para a rebelião que, para rebentar, em Recife, necessitara da assimilação de muitas páginas de literatura revolucionária, da luta entre brasileiros e portugueses, em gestação desde a guerra holandesa e do preparo meticuloso, em dezenas de sociedades secretas, além de fatores econômicos múltiplos”. (01)
   Passados quase duzentos anos daquele episódio, e analisando de forma objetiva vários escritos e opiniões dos pesquisadores regionais chegamos à conclusão de que o que ocorreu no Cariri, em 1817, não foi uma simples disputa entre clãs familiares, como alguns historiadores escreveram no passado. Tratou-se, na verdade, de um confronto de ideias. De um lado, o proselitismo e ações concretas em favor dos ideais revolucionários e republicanos, feitos por membros da ilustre família Alencar, um dos clãs mais importantes do Sul do Ceará. O povo não apoiou os Alencares, que lutaram para impor uma ideologia estranha à mentalidade da sociedade caririense de então. Do outro lado, opondo-se a essas ideias republicanas, esteve Leandro Bezerra Monteiro, um homem dotado de profundas e arraigadas convicções católicas e monarquistas. 
   Relembre-se, por oportuno, que a fidelidade à Monarquia, por parte de Leandro Bezerra Monteiro e seu clã, motivou a concessão – partida do Imperador Dom Pedro I – da honraria ao ilustre cratense do primeiro generalato honorário do Exército brasileiro. Àquela época, embora em desuso, o posto de brigadeiro correspondia – na escala hierárquica do Exército Imperial – à patente de general.
    No mais, outro historiador cratense, José Denizard Macedo de Alcântara fez interessante análise sobre a mentalidade vigente na população do Cariri, à época da Revolução Pernambucana de 1817.  A conferir:
    “Um bom entendimento dos fatos exige que se considere a realidade histórica, sem paixões nem preconceitos. Ora, dentre os dados da evolução histórica brasileira há que se ter em conta o seguinte:
a)    a sociedade brasileira plasmou-se, em mais de três séculos, à sombra da monarquia absoluta, com todo o seu cortejo de princípios, hábitos, usos e costumes, não sendo fácil remover das populações esta herança cultural, tão profundamente enraizada no tempo;
b)    daí o apego aos Soberanos, a aversão às manobras revolucionárias que violentavam suas tradições éticas e políticas, os reiterados apelos de manutenção da monarquia absoluta, que aparecem, partidos de Câmaras Municipais – os órgãos públicos mais aproximados das populações – mesmo depois que Pedro I pôs em funcionamento o sistema constitucional de 1826;
c)    o centro de gravidade desta sociedade eminentemente rural era sua aristocracia territorial, única força social de peso na estrutura nacional, repartida em clãs familiares, e profundamente adita ao Rei, de quem recebia posições públicas e milicianas, além de outras benesses, sentimento este que mais se avolumara com a transmigração da Família Real, em 1808, pelo contato mais imediato com a Coroa, bem como pelos benefícios prestados ao Brasil, no Governo do Príncipe Regente;
d)    sendo insignificante a sociedade urbana, era mínima a capacidade de proselitismo da vaga liberal que varria o mundo ocidental, na época, restringindo-se a uma minoria escassa, embora ativa e diligente. (02)
    Donde se conclui que não houve simpatia, nem apoio da sociedade caririense às ideias republicanas da Revolução Pernambucana de 1817, difundidas no Sul do Ceará pelo seminarista José Martiniano de Alencar.
Referências bibliográficas:
(01) FIGUEIREDO FILHO, J. História do Cariri. Vol. I. Edição da Faculdade de Filosofia do Crato, 1964.  p.61 
(02) ALCÂNTARA, José Denizard Macedo de. Notas preliminares in Vida do Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro. Secretaria da Cultura, Desporto e Promoção Social do Ceará, Fortaleza, 1978. p.26

 (*) Armando Lopes Rafael é historiador. Sócio do Instituto Cultural do Cariri e Membro–Correspondente da Academia de Letras e Artes Mater Salvatoris, de Salvador (BA).

Fonte http://blogdocrato.blogspot.com.br/2015/04/a-revolucao-pernambucana-de-1817-em.html










































quinta-feira, 4 de maio de 2017

Cineasta Jackson Bantim destaca-se na curadoria de mostras de arte

Por Carlos Rafael Dias


O cineasta e fotógrafo Jackson Bantim, mais conhecido por Bola, apelido que traz desde a infância, vem se destacando ultimamente como curador de interessantes e bem elaboradas exposições artísticas.
Nesta semana, podemos contemplar três mostras que traz sua assinatura e que integram a programação cultural da 69ª Reunião Regional da Sociedade Brasileira para Progresso da Ciência (RR – SPBC), que está acontecendo na região do Cariri. São elas: “Passado e presente da cidade do Crato”, por ocasião da abertura do evento, no Centro de Convenções do Cariri; “Patativa do Assaré, de poeta matuto a poeta doutor”, na Galeria Maria Célia Bacurau, e “Expo-Lira URCA”, no Salão da Terra. Estes dois últimos espaços estão localizados no Campus do Pimenta da URCA, em Crato.
A Exposição “Passado e presente da cidade do Crato”, composta por fotografias de autoria de fotógrafos caririenses, enfoca diversos registros do patrimônio arquitetônico da cidade, desde o início do Século XX até a atualidade, objetivando a manutenção e difusão de um acervo iconográfico que venha subsidiar a preservação da memória histórica local e servir como fontes de pesquisa e estudo.
A exposição “Patativa do Assaré, de poeta matuto a poeta doutor” homenageia o aniversário de 108 anos de nascimento de Patativa, recentemente transcorrido, e é composta por fotografias, livros, discos, cordéis e reportagens sobre o afamado poeta de Assaré, além da réplica de sua casa, localizada na Serra de Santana, município do Assaré.
A Exposição “Expo-Lira URCA” enfoca a trajetória da Gráfica Lira Nordestina, e conta a história da literatura de cordel e da xilogravura na região, visto que a Lira deriva da lendária Tipografia São Francisco, fundada em 1932, em Juazeiro do Norte, e que foi uma das maiores produtoras de folhetos de cordel do Brasil.
Está de parabéns a Universidade Regional do Cariri e, especialmente, o fotógrafo Jackson Bantim, pela realização destas mostras que primam pela qualidade e representatividade do acervo exposto, motivos porque tanto vem encantando o público visitante.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Dia 30 de abril foi o aniversário do rotariano, Edgard da Matta Neto

Edgard Rodrigues da Matta Neto
Dia 30 de abril foi o aniversário do rotariano, Edgard Rodrigues da Matta Neto (foto), foi empossado no quadro de associados do nosso clube, com a Classificação Cirurgia Bucomaxilofacial. Os rotarianos Thiago Aragão Esmeraldo e Wellingston Lins de Alencar foram seus proponentes (padrinhos). A seguir a biografia do mais novo associado do nosso clube rotário.
Edgard Rodrigues da Matta Neto, nascido na cidade do Crato, Ceará, no dia 30 de abril do ano 1985. É filho de Wilbon Caetano de Souza e Luiza Andréa Norões Rodrigues da Matta, tem uma irmã, Raissa Maria Rodrigues da Matta de Souza. É casado com Marina Solano Feitosa Silva Rodrigues da Matta. No dia 13 de agosto de 2014, nasceu Mateus, o primeiro filho do casal.
Edgard é graduado em Odontologia pela Universidade Federal de Alagoas, com especialização em cirurgia bucomaxilofacial. Com essa Classificação ingressou no quadro social do Rotary Club de Crato, no dia 10 de dezembro de 2015, os rotarianos Thiago Aragão Esmeraldo e Wellingston Lins de Alencar foram seus (proponentes (padrinhos). Parabéns ao Aniversariante!