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terça-feira, 18 de novembro de 2014
Novos Meses Comemorativos de Rotary
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Pelas Estradas do Brasil - Por Carlos Eduardo Esmeraldo
A gente corre na BR-3. E a gente morre na BR-3....
Quem não lembra dessa música interpretada por um cantor até então desconhecido, Tony Tornado, que venceu a fase brasileira do I Festival Internacional da Canção em 1970?
Um ano depois, as rodovias federais brasileiras tinham recebido novas denominações. A nossa BR 13 que ligava Fortaleza ao Rio de Janeiro passou a ser chamada BR 116. De Fortaleza até Feira de Santana era uma extensa faixa de terra, esburacada e poeirenta no verão e um grande lamaçal no período das chuvas. Era a época do Brasil "ame-o ou deixe-o". Estradas eram pavimentadas e construídas em todas as direções. A mais famosa de todas era a transamazônica.
Eu já estava formado e obtive o meu primeiro emprego numa empresa de engenharia que elaborava estudos técnicos de solos e projetos geométricos para pavimentação de estradas, tendo ido parar em Oeiras e Ypiranga no Piauí. Em um ano elaboramos os projetos dos trechos da BR 230 e BR 316, respectivamente entre Gaturiano e Floriano; Gaturiano e Valença, num total de 210 km de muita poeira e sol quente. Quem realiza esse tipo de trabalho em rodovias, anda por péssimas estradas. Entre tantos aprendizados, aprofundei meus conhecimentos de mecânica dos solos e da nomenclatura das rodovias federais, creio eu que por muitos ainda desconhecidas.
As nossas rodovias federais são nominadas por BR como todos sabem, seguida por uma numeração que indicam o seu sentido. Dividem-se em rodovias radiais, longitudinais, transversais, diagonais e de ligação.
A BR 020 e todas as demais cuja numeração se inicia pelo número zero são as estradas radiais que partem de alguma capital de estado para Brasília. As mais conhecidas dessas rodovias são a BR 010 de Belém a Brasília, BR 020 Fortaleza a Brasília, BR 040 Rio de Janeiro a Brasília entre outras.
A nossa BR 116 e todas as demais rodovias que se iniciam pela número 1 são as rodovias longitudinais, aquelas que cortam o país no sentido norte-sul. A BR 116 liga Fortaleza até Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Num trajeto que compreende em seu roteiro as cidades de Russas, Brejo Santo, Salgueiro, Belém do São Francisco, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Teófilo Otoni, Governador Valadares, Barra Mansa, Lorena, Guarulhos, São Paulo, Curitiba, Lage, Florianópolis, Porto Alegre, Pelotas, Jaguarão e Rio Grande. A BR 101 a partir de Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Feira de Santana, Itabuna, Vitória, Campos, Rio de Janeiro, Santos, Antonina-PR, Florianópolis, Osório, Rio Grande.
As rodovias transversais são aquelas que cortam o país no sentido leste-oeste. Suas denominações têm como prefixo o número 2 seguido de 00 a 50 se situadas ao norte da capital federal e 50 a 99 se ao sul de Brasília. Exemplo a nossa BR 222, de Fortaleza a Sobral, Piripiri, Santa Inês, Açailândia, Marabá. A BR230 a partir de João Pessoa, Patos, Lavras da Mangabeira, Várzea Alegre, Farias Brito, Picos, Oeiras, Floriano, Carolina, Estreito, Marabá, Altamira, Humaitá, Labrea e Benjamim Constant. (Transamazônica)
As denominadas rodovias diagonais são aquelas no sentido Nordeste/Sudoeste ou Noroeste/Sudeste. Temos a BR 304 de Boqueirão do Cesário até Natal; BR 316 de Maceió a Belém e todas que tem o prefixo iniciado pelo número 3.
Finalmente o último grupo de rodovias é o denominado de Rodovias de Ligação, que ligam duas rodovias federais, ou uma rodovia federal a uma cidade importante ou ainda às fronteiras. Nesse grupo temos em nosso estado a BR 403 Acaraú, Sobral, Crateús; BR 404 Piripiri - Crateús - Novo Oriente - Catarina - Iguatu - Icó.
Nosso país adotou a opção errada pelo caminhão, construindo estradas em vez de ferrovias. O trem com ferrovias, mesmo que não fossem eletrificadas seria o meio de transporte mais econômico para as longas distâncias que nos separam. De Fortaleza ao Crato temos toda uma estrutura de caminho de ferro montada, mas nenhum trem a conduzir nossas cargas.
Por Carlos Eduardo Esmeraldo
Fonte DNIT
Um ano depois, as rodovias federais brasileiras tinham recebido novas denominações. A nossa BR 13 que ligava Fortaleza ao Rio de Janeiro passou a ser chamada BR 116. De Fortaleza até Feira de Santana era uma extensa faixa de terra, esburacada e poeirenta no verão e um grande lamaçal no período das chuvas. Era a época do Brasil "ame-o ou deixe-o". Estradas eram pavimentadas e construídas em todas as direções. A mais famosa de todas era a transamazônica.
Eu já estava formado e obtive o meu primeiro emprego numa empresa de engenharia que elaborava estudos técnicos de solos e projetos geométricos para pavimentação de estradas, tendo ido parar em Oeiras e Ypiranga no Piauí. Em um ano elaboramos os projetos dos trechos da BR 230 e BR 316, respectivamente entre Gaturiano e Floriano; Gaturiano e Valença, num total de 210 km de muita poeira e sol quente. Quem realiza esse tipo de trabalho em rodovias, anda por péssimas estradas. Entre tantos aprendizados, aprofundei meus conhecimentos de mecânica dos solos e da nomenclatura das rodovias federais, creio eu que por muitos ainda desconhecidas.
As nossas rodovias federais são nominadas por BR como todos sabem, seguida por uma numeração que indicam o seu sentido. Dividem-se em rodovias radiais, longitudinais, transversais, diagonais e de ligação.
A BR 020 e todas as demais cuja numeração se inicia pelo número zero são as estradas radiais que partem de alguma capital de estado para Brasília. As mais conhecidas dessas rodovias são a BR 010 de Belém a Brasília, BR 020 Fortaleza a Brasília, BR 040 Rio de Janeiro a Brasília entre outras.
A nossa BR 116 e todas as demais rodovias que se iniciam pela número 1 são as rodovias longitudinais, aquelas que cortam o país no sentido norte-sul. A BR 116 liga Fortaleza até Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Num trajeto que compreende em seu roteiro as cidades de Russas, Brejo Santo, Salgueiro, Belém do São Francisco, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Teófilo Otoni, Governador Valadares, Barra Mansa, Lorena, Guarulhos, São Paulo, Curitiba, Lage, Florianópolis, Porto Alegre, Pelotas, Jaguarão e Rio Grande. A BR 101 a partir de Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Feira de Santana, Itabuna, Vitória, Campos, Rio de Janeiro, Santos, Antonina-PR, Florianópolis, Osório, Rio Grande.
As rodovias transversais são aquelas que cortam o país no sentido leste-oeste. Suas denominações têm como prefixo o número 2 seguido de 00 a 50 se situadas ao norte da capital federal e 50 a 99 se ao sul de Brasília. Exemplo a nossa BR 222, de Fortaleza a Sobral, Piripiri, Santa Inês, Açailândia, Marabá. A BR230 a partir de João Pessoa, Patos, Lavras da Mangabeira, Várzea Alegre, Farias Brito, Picos, Oeiras, Floriano, Carolina, Estreito, Marabá, Altamira, Humaitá, Labrea e Benjamim Constant. (Transamazônica)
As denominadas rodovias diagonais são aquelas no sentido Nordeste/Sudoeste ou Noroeste/Sudeste. Temos a BR 304 de Boqueirão do Cesário até Natal; BR 316 de Maceió a Belém e todas que tem o prefixo iniciado pelo número 3.
Finalmente o último grupo de rodovias é o denominado de Rodovias de Ligação, que ligam duas rodovias federais, ou uma rodovia federal a uma cidade importante ou ainda às fronteiras. Nesse grupo temos em nosso estado a BR 403 Acaraú, Sobral, Crateús; BR 404 Piripiri - Crateús - Novo Oriente - Catarina - Iguatu - Icó.
Nosso país adotou a opção errada pelo caminhão, construindo estradas em vez de ferrovias. O trem com ferrovias, mesmo que não fossem eletrificadas seria o meio de transporte mais econômico para as longas distâncias que nos separam. De Fortaleza ao Crato temos toda uma estrutura de caminho de ferro montada, mas nenhum trem a conduzir nossas cargas.
Por Carlos Eduardo Esmeraldo
Fonte DNIT
domingo, 16 de novembro de 2014
Quem não possui talentos? - Por Carlos Eduardo Esmeraldo
"O homem que trabalha faz a terra produzir, o trabalho multiplica os dons, que iremos repartir."
Ter talento é possuir algo muito parecido com os dons, porém com uma diferença substancial. Dons são capacidades inatas que todos nós possuímos para realização de certas tarefas. Algumas pessoas com maior facilidade do que outras. Como tão bem definiu São Paulo: "Há diversidade de dons, mas um só é o Espírito." (1Cor,12,4) Uns dominam a matemática com muita facilidade, outros possuem o dom da palavra, fazem discurso eloqüentes ou são possuidores de boa redação. Há os que têm o dom de elaborar projetos, enquanto outros receberam como dom o domínio da música. São capazes de tocar instrumentos musicais, mesmo sem o conhecimento da teoria. Salve o grande dom da poesia com o qual foi dotado o saudoso Patativa do Assaré, humilde camponês, mas dono de uma admirável cultura, apesar de seu aprendizado escolar não ter ido além da Cartilha de Felisberto de Carvalho. São tantas as atividades com as quais nos defrontamos, que para uns são mais fáceis e para outros muito mais complexas. Depende portanto dos dons com os quais cada um de nós fomos agraciados.
Já o talento é um gosto especial para alcançarmos determinados objetivos, independente de possuirmos alguma herança genética para tal. Talentos são portanto, atributos que podem ser desenvolvidos e aperfeiçoados pelo treinamento e muita perseverança. Poderá também ser entendido como a capacidade de colocar à serviço os dons de que cada um nós dispomos.
O termo "talento" da forma que hoje o usamos, teve origem na mensagem evangélica conhecida por "Parábola dos Talentos". Narra o evangelista Mateus que um rico proprietário empreenderia uma longa viagem e, portanto confiou os seus bens a seus empregados, tudo "de acordo com a capacidade de cada um". Ao primeiro entregou cinco talentos, a outro dois e apenas um talento ao terceiro. Em seguida viajou para o estrangeiro.
Depois de algum tempo, o patrão voltou e foi ajustar contas com seus empregados. Aquele que recebeu cinco talentos, trabalhou e entregou-lhe mais cinco que havia lucrado. O patrão o elogiou: "Empregado bom, e como foi fiel na administração de tão pouco, eu lhe entregarei muito mais". O que recebera dois talentos, da mesma forma recebeu idênticos elogios do patrão; mas aquele que recebeu apenas um talento, disse: "Senhor, eu sei que és um homem severo pois colhes onde não plantastes e recolhes de onde não semeaste. Por isso, fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence". O patrão lhe respondeu que se aquele empregado o julgava tão cruel ele deveria ter depositado o dinheiro no banco, para que rendesse com juros. Em seguida ordenou: "Tirem dele o que tem e dêem ao que tem mais. Porque, a todo aquele que tem, será dado mais e terá em abundância. Mas daquele que não tem, tudo lhe será tirado. Quanto a esse empregado inútil, joguem-no lá fora, na escuridão, onde haverá choro e ranger de dentes".
Quem é esse proprietário que distribui os seus bens (talentos) com os empregados, para depois cobrar de cada um o que realizou com eles? Provavelmente ele conhece profundamente seus empregados, pois distribuiu os bens de "acordo com a capacidade de cada um." E não foi pouco o bem confiado. Segundo estudos históricos, a moeda de um talento equivalia aproximadamente a 34kg de ouro. Assim sendo, ninguém poderia reclamar que recebeu pouco.
Resumindo: a parábola nos ensina que Deus, o proprietário, confiou a cada um de nós os seus bens, que são nossos talentos de acordo com as nossas limitações ou seja: conforme nossa capacidade de colocá-los a serviço da construção do Reino. E o Reino de Deus é uma sociedade pautada pelo respeito à vida, onde haja justiça, liberdade e paz. Conforme tão bem afirmava o teólogo alemão Bernhard Häring: "Se não nos convertermos profundamente a favor da paz, da justiça e da nossa responsabilidade com a criação, não haverá futuro".
Se enterrarmos nossos talentos e não contribuirmos com a construção do Reino, correremos o risco de sermos lançados na "escuridão" onde haverá "choro e ranger de dentes". Melhor traduzindo: correremos o risco de vivermos uma vida sem sentido.
Por outro lado, poderemos interpretar a parábola como as injustiças praticadas por um sistema político-econômico opressor, que escraviza e sobrecarrega os mais humildes, isto é: os trabalhadores, enquanto os proprietários gozam de privilégios, passeando despreocupadamente.
De nada adiantará lamentações do tipo: a vida é dura, não tenho tempo e por isso nada poderei fazer. Ou não sei nada, não tenho condições para desempenhar tais tarefas; por isso não poderei fazê-las. Como tão bem nos assegura a sabedoria popular: "Deus nos dá o frio, conforme o cobertor". Isto é, nenhuma missão que Ele nos confia é superior à nossa capacidade de realização, que são nossas aptidões, ou seja, a vontade de realizar; nossos talentos.
É sempre bom lembrar a frase atribuída a Albert Einstein, que ouvi certa vez de um amigo: "Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança". Ou seja, de nossos talentos.
Por Carlos Eduardo Esmeraldo
Ter talento é possuir algo muito parecido com os dons, porém com uma diferença substancial. Dons são capacidades inatas que todos nós possuímos para realização de certas tarefas. Algumas pessoas com maior facilidade do que outras. Como tão bem definiu São Paulo: "Há diversidade de dons, mas um só é o Espírito." (1Cor,12,4) Uns dominam a matemática com muita facilidade, outros possuem o dom da palavra, fazem discurso eloqüentes ou são possuidores de boa redação. Há os que têm o dom de elaborar projetos, enquanto outros receberam como dom o domínio da música. São capazes de tocar instrumentos musicais, mesmo sem o conhecimento da teoria. Salve o grande dom da poesia com o qual foi dotado o saudoso Patativa do Assaré, humilde camponês, mas dono de uma admirável cultura, apesar de seu aprendizado escolar não ter ido além da Cartilha de Felisberto de Carvalho. São tantas as atividades com as quais nos defrontamos, que para uns são mais fáceis e para outros muito mais complexas. Depende portanto dos dons com os quais cada um de nós fomos agraciados.
Já o talento é um gosto especial para alcançarmos determinados objetivos, independente de possuirmos alguma herança genética para tal. Talentos são portanto, atributos que podem ser desenvolvidos e aperfeiçoados pelo treinamento e muita perseverança. Poderá também ser entendido como a capacidade de colocar à serviço os dons de que cada um nós dispomos.
O termo "talento" da forma que hoje o usamos, teve origem na mensagem evangélica conhecida por "Parábola dos Talentos". Narra o evangelista Mateus que um rico proprietário empreenderia uma longa viagem e, portanto confiou os seus bens a seus empregados, tudo "de acordo com a capacidade de cada um". Ao primeiro entregou cinco talentos, a outro dois e apenas um talento ao terceiro. Em seguida viajou para o estrangeiro.
Depois de algum tempo, o patrão voltou e foi ajustar contas com seus empregados. Aquele que recebeu cinco talentos, trabalhou e entregou-lhe mais cinco que havia lucrado. O patrão o elogiou: "Empregado bom, e como foi fiel na administração de tão pouco, eu lhe entregarei muito mais". O que recebera dois talentos, da mesma forma recebeu idênticos elogios do patrão; mas aquele que recebeu apenas um talento, disse: "Senhor, eu sei que és um homem severo pois colhes onde não plantastes e recolhes de onde não semeaste. Por isso, fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence". O patrão lhe respondeu que se aquele empregado o julgava tão cruel ele deveria ter depositado o dinheiro no banco, para que rendesse com juros. Em seguida ordenou: "Tirem dele o que tem e dêem ao que tem mais. Porque, a todo aquele que tem, será dado mais e terá em abundância. Mas daquele que não tem, tudo lhe será tirado. Quanto a esse empregado inútil, joguem-no lá fora, na escuridão, onde haverá choro e ranger de dentes".
Quem é esse proprietário que distribui os seus bens (talentos) com os empregados, para depois cobrar de cada um o que realizou com eles? Provavelmente ele conhece profundamente seus empregados, pois distribuiu os bens de "acordo com a capacidade de cada um." E não foi pouco o bem confiado. Segundo estudos históricos, a moeda de um talento equivalia aproximadamente a 34kg de ouro. Assim sendo, ninguém poderia reclamar que recebeu pouco.
Resumindo: a parábola nos ensina que Deus, o proprietário, confiou a cada um de nós os seus bens, que são nossos talentos de acordo com as nossas limitações ou seja: conforme nossa capacidade de colocá-los a serviço da construção do Reino. E o Reino de Deus é uma sociedade pautada pelo respeito à vida, onde haja justiça, liberdade e paz. Conforme tão bem afirmava o teólogo alemão Bernhard Häring: "Se não nos convertermos profundamente a favor da paz, da justiça e da nossa responsabilidade com a criação, não haverá futuro".
Se enterrarmos nossos talentos e não contribuirmos com a construção do Reino, correremos o risco de sermos lançados na "escuridão" onde haverá "choro e ranger de dentes". Melhor traduzindo: correremos o risco de vivermos uma vida sem sentido.
Por outro lado, poderemos interpretar a parábola como as injustiças praticadas por um sistema político-econômico opressor, que escraviza e sobrecarrega os mais humildes, isto é: os trabalhadores, enquanto os proprietários gozam de privilégios, passeando despreocupadamente.
De nada adiantará lamentações do tipo: a vida é dura, não tenho tempo e por isso nada poderei fazer. Ou não sei nada, não tenho condições para desempenhar tais tarefas; por isso não poderei fazê-las. Como tão bem nos assegura a sabedoria popular: "Deus nos dá o frio, conforme o cobertor". Isto é, nenhuma missão que Ele nos confia é superior à nossa capacidade de realização, que são nossas aptidões, ou seja, a vontade de realizar; nossos talentos.
É sempre bom lembrar a frase atribuída a Albert Einstein, que ouvi certa vez de um amigo: "Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos. Fazer ou não fazer algo só depende de nossa vontade e perseverança". Ou seja, de nossos talentos.
Por Carlos Eduardo Esmeraldo
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Dia do Médico Radiologista
foi tema de palestra no Rotary
foi tema de palestra no Rotary
O Médico Radiologista Dr. José Marcílio Nicodemos da Cruz, foi o palestrante na planária do Rotary Club de Crato, do dia 13 de novembro de 2014, realizada em homenagem ao Dia do Médico Radiologista, ou Diagnóstico por Imagem, ocorrido dia 8. Dr. Marcílio presidiu o Rotary Club de Crato no período 2001 a 2002, sua esposa Yara Pinheiro Machado Nicodemos, no mesmo período presidiu a Casa da Amizade do Crato. Ambos dirigiram as duas entidade com muito esmero. Os dois são grandes amigos e admirados pela comunidade. Dr. Marcílio é um dos diretores proprietários da Clinica de Diagnóstico por Imagem, conhecida por Clinimagem.
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| Dr. José Marcílio Nicodemos da Cruz Cédito da foto: Audir Paiva |
Em resumo o palestrante falou que a A Radiologia se deu início na Alemanha, entre os meses de Novembro e Dezembro no ano de 1895, quando um físico chamado Wilhelm Conrad Roentgen realizava pesquisas utilizando tubos de crookes sobre placas fotográficas, submetendo-os às correntes elétricas, e com isso fazer uso da radiação na tentativa de fotografar os ossos e a parte interna da mão de Bertha, sua esposa.
O resultado da experiência foi um sucesso, o que fascinou Wilhelm Roentgen. No entanto, a descoberta ainda confundia o cientista, por conta disso, ele decidiu nomeá-la de “Raio-X”, em referência ao que ainda é “desconhecido” pela ciência.
O resultado da experiência foi um sucesso, o que fascinou Wilhelm Roentgen. No entanto, a descoberta ainda confundia o cientista, por conta disso, ele decidiu nomeá-la de “Raio-X”, em referência ao que ainda é “desconhecido” pela ciência.
Foi só 8 anos depois, com a
madura evolução do método, que Roentgen teve o maior reconhecimento pela
descoberta do Raio-X, quando recebeu o prêmio Nobel de física, em 1903. Então, foi escolhido o dia 8 de
Novembro como sendo o Dia do Médico Radiologista, data do início das atividades
de Roentgen no laboratório, o marco inicial na história da Radiologia.
Inicialmente, os médicos
radiologistas baseavam seus diagnósticos apenas na utilização do Raio-X, o que
impulsionou uma enorme evolução dos equipamentos para realização deste tipo de
procedimento.
A ascensão dos métodos
radiológicos e da Radiologia como especialidade médica são dois fatores
importantíssimos que fazem parte do processo de evolução da medicina
considerado até hoje um dos principais avanços da medicina contemporânea.
A Radiologia, ou Diagnóstico por
Imagem cresceu incrivelmente e hoje representa um papel essencial para os tratamentos
de diversas patologias, atualmente dispondo de muitos outros meios de
diagnóstico, como a Ultrassonografia, Ressonância magnética, Tomografia
computadorizada (TC), Densitometria óssea, entre outros.
Com a evolução da tecnologia digital
cada vez mais comum e presente no meio radiológico, a visualização de imagens
através de equipamentos digitais vêm ocupando um espaço cada vez maior na
medicina diagnóstica, já que oferecem maior precisão e sensibilidade na
avaliação das imagens, facilitando ainda mais o trabalho do médico.
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| Cédito da foto: Reprodução |
A Radiologia na medicina moderna.
Inicialmente, os médicos
radiologistas baseavam seus diagnósticos apenas na utilização do Raio-X, o que
impulsionou uma enorme evolução dos equipamentos para realização deste tipo de
procedimento.
A ascensão dos métodos
radiológicos e da Radiologia como especialidade médica são dois fatores
importantíssimos que fazem parte do processo de evolução da medicina
considerado até hoje um dos principais avanços da medicina contemporânea.
A Radiologia, ou Diagnóstico por
Imagem cresceu incrivelmente e hoje representa um papel essencial para os tratamentos
de diversas patologias, atualmente dispondo de muitos outros meios de
diagnóstico, como a Ultrassonografia, Ressonância magnética, Tomografia
computadorizada (TC), Densitometria óssea, entre outros.
Com a evolução da tecnologia digital
cada vez mais comum e presente no meio radiológico, a visualização de imagens
através de equipamentos digitais vêm ocupando um espaço cada vez maior na
medicina diagnóstica, já que oferecem maior precisão e sensibilidade na
avaliação das imagens, facilitando ainda mais o trabalho do médico.
Ao final da palestra o rotariano Thiago Aragão Esmeraldo, que presidia interinamente a solenidade, convidou o rotariano e médico oftalmologista João Correia Saraiva para fazer a entrega do certificado de honra ao mérito ao palestrante Dr. José Marcílio Nicodemos da Cruz.
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| Yara e o esposo Marcílio, Thiago Aragão Esmeraldo e Érico Barro Damasceno. Cédito da foto: Audir Paiva |
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| Yara e o esposo Marcílio Cédito da foto: Audir Paiva |
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Responsabilidades do Sócio Rotariano
O clube é a pedra angular de nossa organização. Os Rotary Clubs eficazes
possuem quatro características principais: mantém ou aumentam seu quadro
social, participam de projetos de prestação de serviços que beneficiam a
comunidade local e de outros países, apoiam a Fundação Rotária (contribuindo
financeiramente e participando de seus programas) e desenvolvem líderes capazes
de servir ao Rotary além dos limites do clube.
O que os rotarianos recebem do Rotary depende em larga escala daquilo
que investem nele. Muitos dos requisitos para a associação visam fazer com que
os sócios desfrutem as oportunidades de crescimento oferecidas pela
organização.
Frequência – O comparecimento às reuniões semanais do clube permite aos
rotarianos vivenciar um caloroso companheirismo e enriquecer seus conhecimentos
pessoais e profissionais.
Quando rotarianos estiverem impossibilitados de comparecer a uma
reunião, eles podem recuperar a frequência em qualquer Rotary Club do mundo. Em
alguns casos, a recuperação da frequência poderá ser feita através da
participação em um projeto de prestação de serviços, numa reunião de Rotaract
ou Interact, numa reunião do Conselho Diretor do clube ou mesmo virtualmente,
através dos Rotary E-Clubs.
Prestação de Serviços – Ao participar dos projetos de prestação de
serviços do Clube, os sócios aprendem sobre o envolvimento da organização em
projetos locais e internacionais e oferecem seu tempo e talento na execução de
trabalhos voluntários.
Recrutamento e retenção dos sócios – Para fortalecer os clubes, todo
rotariano deve procurar trazer novas pessoas para o Rotary. Novos sócios podem
trazer amigos ou colegas às reuniões ou convidá-los a participar de projetos de
prestação de serviços.
A composição ideal do quadro social de todo Rotary Club deve refletir a
diversidade profissional, etária e étnica da comunidade onde ele está presente,
de forma a enriquecer todos os aspectos da prestação de serviços e
companheirismo do clube.
Extraído da Revista Brasil Rotário, nº 1010, agosto/2006, pág. 35
domingo, 9 de novembro de 2014
sábado, 8 de novembro de 2014
Hoje é o aniversário de Maria de Fátima Leite Fernandes - Parabéns
Parabéns para Fátima Leite (foto), ela faz
aniversário hoje, dia 8. Fátima é ex-presidente da Casa da Amizade de Crato e
esposa do rotariano Francisco Fernandes (Bartô), sócio e ex-presidente do
Rotary Club de Crato, presidiu o clube no período julho/1999 a junho/2000.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Parabéns para Carolina Albuquerque
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| Carolina de Deus e Albuquerque |
Parabéns
para Carolina de Deus e Albuquerque (foto), ela faz aniversário hoje, dia 6. Carolina
é sócia do Rotary Club de Crato.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Hoje, é o Aniversário de
Dulcilene Lacerda Landim
Dulcilene Lacerda Landim

Dulcilene Lacerda Landim
(foto) faz aniversário dia, 4 de novembro. Ela é ex- presidente da
Casa da Amizade de Crato e esposa do
rotariano José Vanderley Landim, ex-presidente do Rotary Club de Crato.
Hoje é o aniversário de
Francisco Lopes Parente
Francisco Lopes Parente
Parabéns para Francisco Lopes Parente (foto), faz
aniversário dia 4 de novembro. Parente é ex-presidente do Rotary Club do Crato.
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Merecidas Homenagens
O Rotary Club de Crato, em sua plenária realizada, hoje, quinta
feira, dia 23, Homenageou o centenário dos cidadãos Wilson Gonçalves e Thomaz
Osterne de Alencar (in memorian). Duas grandes personalidades que muito
contribuíram com o progresso do Crato. Na mesma solenidade Homenageou a
passagem dos 250 anos da cidade de Crato. O rotariano de jornalista Huberto
Cabral, fez eloquente palestra sobre os homenageados. Ao final o Rotary Clube
outorgou certificado de Honra ao Mérito que foram entregues aos seus representantes.
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| Wilson Gonçalves |
Wilson Gonçalves - Bacharel em Direito em 1937 pela Universidade Federal do Ceará exerceu
a advocacia no Ceará, Paraíba e Pernambuco até
fixar residência em Crato onde
foi secretário-geral daprefeitura e depois prefeito (1943-1945). Ingressou no PSD sendo eleito
deputado estadual em 1947, 1951 e 1954 e vice-governador
do estado em
1958 na chapa de Parsifal Barroso. Eleito senador em 1962 migrou para a ARENA após a deposição de João Goulart sendo
reeleito em 1970. Em 22 de novembrode 1978 foi nomeado
para o Tribunal Federal de Recursos pelo
presidente Ernesto Geisel.
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| Thomaz Osterne |
Thomaz Osterne de Alencar - Dos líderes
proeminentemente da comunidade caririense na segunda metade do século XX, o
empresário Thomaz Osterne de Alencar merece destaque na qualidade com que
cumpriu papéis de logísticas, idealizador de projetos revolucionários para a
Região e incansável precursor das iniciativas e providências que abraçaria no
decorrer de sua existência.
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| Professor Érico Felício, Daisy Alencar e Huberto Cabral |
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Hoje, 21 de outubro é o aniversário de Maria Ariadne Farias
Parabéns para nossa estimada Maria Ariadne Farias Albuquerque, que faz aniversario hoje, 21 de outubro. Ela foi a primeira mulher a presidir o Rotary Club do Crato, assim, quebrou uma tradição de mais de setenta anos de existência do clube. Ariadne presidiu o clube no período 2004-2005.Que as graças infinitas do Senhor o abençoem, guiando-lhe firme nas suas sublimes missões profissionais, humanitárias e rotárias.
sábado, 18 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Nota de Falecimento
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| Adelaide Teixeira Pontes |
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Projeto Gentileza na Escola
As companheiras da Casa da
Amizade do Crato estão iniciando um trabalho junto a Escola Rotary do Crato,
visando um melhor relacionamento entre pais, alunos, professores e funcionários
da escola.
Este trabalho é parte da realização
do projeto GENTILEZA NA ESCOLA e quer contribuir para o combate a violência na
escola e por extensão no meio social onde estas pessoas vivem.
O tema solidariedade (gentileza)
é muito próximo da ideia de generosidade, forma de doar-se ou ajudar desinteressadamente
a alguém. A pessoa gentil contribui para
que haja um ambiente mais harmonioso, generoso, altruísta, onde reine a
solidariedade e o interesse pelo outro.
É a gentileza que coloca o ser humano diante da sua ação benéfica para
com o seu semelhante.
A violência reinante entre as
pessoas vem crescendo a cada dia, tanto nas ruas como dentro de nossas próprias
casas e já chega às escolas, onde é comum a prática de agressões com gestos,
palavrões e brigas entre alunos, professores e funcionários, motivo que levou a
Casa da Amizade a começar um trabalho de conscientização e formação que vá de
encontro a essa prática condenável.
Já nos ensinava o “profeta”
carioca que “gentileza gera gentileza”. E é acreditando nisso que a Casa da
Amizade inicia este trabalho junto aos alunos da Escola Rotary, constando de
visitas e contatos permanentes com os alunos, estimulando a partir do seu
exemplo e atitudes a prática de ações de gentileza dentro da escola para
desenvolver este aprendizado.
O que se quer é aprender e
praticar a gentileza no cotidiano de modo natural. Ser gentil é voltar-se para
si mesmo e entender que cada indivíduo é naturalmente necessitado da
convivência e do carinho do outro. A prática de atos gentis não carece de
nenhum esforço maior sendo o bastante tratar bem as pessoas, dar um bom dia, um
sorriso, pedir desculpas, agradecer por um favor, entendendo que a gentileza
deve fazer parte do bem-estar coletivo.
O projeto tem como proposta mostrar
que a prática de atitudes de gentileza no dia a dia da escola, nas relações
entre alunos, professores, pais e funcionários, podem gerar entendimento,
solidariedade e respeito entre as pessoas em todas e quaisquer
circunstâncias.
Para desenvolver esse aprendizado
e colocar em prática atitudes verbais e físicas de gentileza, é fundamental
reviver o cotidiano, refazendo as ações e convivendo com o outro com
criatividade e ludicidade, tendo consciência de que a mudança do mundo deve
começar dentro de nós mesmos. Com o pressuposto de que a natureza é gentil,
este projeto servirá para ajudar a manifestar aquilo que há dentro de cada um
como uma potência de maior amorosidade e cuidado mínimo consigo e com o outro.
Parabéns à aniversariante Ana Tereza
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| Ana Tereza Belém |
Parabéns para o rotariano Edson Barreto que faz aniversário hoje
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| Rotariano Edson Barreto - Ingressou em nosso clube em 22 de novembro do ano 2012, na classificação: Advocacia Previdenciária. Foi seu proponente (Padrinho) o Rotariano Gladstone Lins de Alencar. |
sábado, 11 de outubro de 2014
Centenário da Diocese do Crato foi tema de palestra no Rotary
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| Rotariano Hairto Carvalho. Foto: Audir Paiva. |
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| Rotariana Carolina Albuquerque. Foto: Audir Paiva. |
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| O palestrante Professor e escritor Armando Rafael recebe o certificado de Honra ao Mérito das mãos do rotariano e Diácono José Oliveira Cavalcante (Cory). Foto: Audir Paiva. |
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| Dr. Venâncio Saraiva - Secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo do Crato, o qual usou o púlpito para falar sobre o projeto: Inventário da Oferta Turística do Crato. Foto: Audir Paiva. |
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